Em 1667, John Milton publicou o épico que mudaria para sempre nossa compreensão sobre liberdade, obediência e redenção. “Paraíso Perdido” não é apenas a história de uma maçã proibida — é a história de Lúcifer, o anjo mais brilhante que preferiu “reinar no Inferno a servir no Céu”. É a história de Adão e Eva, que escolheram o conhecimento e o amor acima da obediência cega. E é a nossa história: sobre o que fazemos com a liberdade de cair, e se temos a coragem de nos levantar novamente.
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O Mapa da Alma: E se a Vida for uma Jornada com Destino Certo?
Escrito em 1678 por John Bunyan dentro de uma prisão, “O Peregrino” é o livro mais vendido da história depois da Bíblia. Não é apenas uma história — é um mapa da alma. Cristão carrega um fardo pesado e vive na Cidade da Destruição. Quando descobre que sua cidade será consumida, ele recebe um desafio: correr em direção à porta estreita. Sua jornada através do Pântano do Desânimo, da Feira da Vaidade e do Vale da Sombra da Morte é a nossa própria jornada. Cada obstáculo tem um nome. Cada companheiro ensina algo. E no final, há uma cidade brilhante esperando por aqueles que se recusam a desistir.
O Templo Secreto: E se a Obra da sua Vida for Você Mesmo?
oab, um jovem fenício, foge de uma trama mortal e se esconde entre os construtores do Templo de Salomão. O que ele não esperava era descobrir uma fraternidade secreta que une do escravo mais humilde ao rei mais sábio. Entre pedras lapidadas e colunas erguidas, ele aprende que o verdadeiro templo não é aquele que se ergue para o céu, mas aquele que se constrói dentro da alma. Zé Rodrix nos presenteia com uma aventura épica que é, ao mesmo tempo, uma profunda jornada de autoconhecimento.
Lágrimas na Chuva: O Monólogo Esquecido de Blade Runner que Revela Segredos Sobre a Alma Humana (e Artificial)
Mergulhe nessa análise profunda do icônico discurso de Roy Batty: contexto da história distópica, transcrição resumida e visões literal, psicológica, moral e esotérica. Um clássico sci-fi que questiona o que nos torna vivos!
E você: se pudesse deixar um monólogo final como Roy, quais memórias diria que se perdem como lágrimas na chuva?
