Enquanto a morte cruel de um cão de comunidade em Santa Catarina viralizou e gerou comoção nacional, genocídios no Sudão, Nigéria e massacres no Irã seguem invisíveis nas nossas redes sociais. Por que choramos por Orelha, mas ignoramos 150 mil mortos? A resposta está nos algoritmos que controlam nossa indignação e na arquitetura da nossa empatia seletiva. Será que somos manipulados pelo Quinto Poder ou escolhemos viver em bolhas confortáveis?
