Se o seu cérebro é capaz de manter viva e dolorosa a lembrança de um membro que fisicamente já não existe, até que ponto a realidade do que chamamos de ‘eu’ é moldada pelo mundo físico ou pelas projeções da nossa própria mente?
Se o seu cérebro é capaz de manter viva e dolorosa a lembrança de um membro que fisicamente já não existe, até que ponto a realidade do que chamamos de ‘eu’ é moldada pelo mundo físico ou pelas projeções da nossa própria mente?