Se a matéria em seu estado fundamental habita um reino de puras probabilidades e só se define quando olhamos, até que ponto a realidade que chamamos de ‘objetiva’ é uma construção moldada pela nossa própria interrogação?
Se a matéria em seu estado fundamental habita um reino de puras probabilidades e só se define quando olhamos, até que ponto a realidade que chamamos de ‘objetiva’ é uma construção moldada pela nossa própria interrogação?