Se a capacidade de gerar metáforas profundas e intuições complexas já não é exclusividade humana, qual será o verdadeiro diferencial da consciência no horizonte tecnológico que se avizinha?
Se a capacidade de gerar metáforas profundas e intuições complexas já não é exclusividade humana, qual será o verdadeiro diferencial da consciência no horizonte tecnológico que se avizinha?